segunda-feira, 1 de julho de 2013

Suplemento «Especial Bairro Norton de Matos» do Diário de Coimbra de 29 de Junho de 2013












34 comentários:

  1. Boa reportagem do DC e a atenção e amabilidade de Paulo Moura.

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    1. O que eu não faço pelos meus amores?

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    2. Tu não lhe digas essas coisas que ele depois fica que nem pode...

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    3. Fernando, li aqui isto em Braga e foi fantástico.
      Dá um abraço ao Paulo
      Fernando AZENHA

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    4. Fica aqui dado o abraço dado directamente por ti!

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    5. Abraço recebido, agradecido e retribuído.

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  2. Que bela reportagem do bairro onde cresci, ainda que um bocadinho mais para o lado...

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  3. Muito interessante a história do bairro, o seu desenvolvimento,a característica vida de bairro,o CNM com um longo percurso de actividades que acabaram por trazer ao bairro inúmeras pessoas desde crianças,jovens,adultos e idosos para integrar essas actividades, já algumas, com participações no estrangeiro com óptimos resultados.Claro o GEG foi mais uma boa iniciativa,inesquecível.PARABÉNS pessoal do BNM
    e de Coimbra!

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    1. Não queres falar por ele, Olindita?

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    2. Ai sobreiro!!.., ricas madrugadas a estudar para exames mas as gatas quando as gatas começavam a miar era tudo(eles e elas) escondidos a ver os "namoros" com os gatos!!!.., esquecíamos os livros e exames!!!hihihi
      Fernando AZENHA

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    3. Já se percebe por que razão o sobreiro só fala na presença de um advogado.

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    4. O sobreiro, que é mesmo sobreiro, apesar das insinuações caprichosas do "Calino", fez uma jura há mais de 50 anos. Jurou que nunca transmitiria os segredos que involuntariamente ouvia. Continua, como árvore nobre que é, a cumprir a sua jura.
      Ai dele!

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    5. E ai de ti se ai dele, adivinho eu...

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    6. Pareces bruxa, Sãozita...
      Ai de mim e ai de muitos/as respeitáveis jovens dos anos 60!
      Viva o grande sobreiro!

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    7. Isso é um tema excelente para uma esplanada... com uns finos...

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  4. Excelente reportagem do nosso bairro que faz sobressaír vivências que não podemos ignorar. Adorei.
    Gostei muito de rever a descida ao fundo da Rua I, hoje Infante Santo.

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  5. Na qualidade de interessado sem acesso físico ao DC, agradeço a paciência e disponibilidade do Paulo Moura e a publicação do Rafael.
    Abraço aos dois.

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    1. Estamos cá para isso.
      Abre aço!

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  6. Boa reportagem.
    Tonito.

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    1. Também achei, Tonito. Acho até que há ali excertos que valia a pena passar para a Bairropédia. Só preciso dessa indicação do Rafaelito.

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  7. Excelente reportagem, um Grande Bairro com muita gente boa.
    Nos anos 50 já para lá ia com outros rapazes e raparigas da minha idade, para andar nos baloiços. Mais tarde, anos 60, para os bailaricos, namoricos e passeios no picadeiro. A coisa já se tornava mais séria... namoros, não namoricos, casamento e 1ª casa. Anos 80 e seguintes até 2010, foi o maior afastamento, a viver em Aveiro. 2010 até hoje, é quase sagrado a bica no Samambaia ao domingo seguida de almoço.

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  8. Claro que é uma excelente reportagem mas não há bela sem senão...
    - Rocha Pato piloto? Penso que o nosso amigo Rui Pato ainda não viu isto...
    - O Bairro construído no planalto do Calhabé? Então e o planalto da Quinta da Cheira? Ai se o nosso amigo Pedro Martins aqui vier vai haver missa cantada...
    Penso que há outras imprecisões mas o "Calino" é calino e já não é mau ter dedicado algum espaço ao Bairro.

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    1. Carlitos, essa do pai do Rui Pato ser piloto também me saltou à vista.
      Agora... há ali alguma informação interessante para incorporar na nossa Bairropédia? O Rafaelito acha que não.

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    2. Nasceu assim o Bairro do Calhabé (primeiro nome do Bairro Norton de Matos) A sua construção, feita no Planalto da Quinta da Cheira.
      O local do planalto onde o Bairro foi erguido era a Casa do Bedel, que pertencia à Familia Bourbon.

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    3. Paulito, também me parece que a informação não é muito interessante, muita fantasia e pouco rigor.

      Dom Rafael, temos que fazer uma reunião de trabalho para aglutinar informação sólida...

      Abr Aço a ambos os dois.

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    4. Aglutinai que o vosso aglutinar tem graça.
      A propósito de "tem graça"... tem graça que o teu texto sobre os cafés e tascas do Bairro deve-se ter extraviado pelo caminho até à extensão de Fala...

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    5. Boa "malha", quanto aos cafés. Tascas não é comigo...
      Apenas conheci a mercearia da D. Ema, com uma mini-tasca escondida no fundo da mercearia onde se vendia tabaco avulso. 6 cigarros Português Suave sem filtro, 10 tostões
      Mais tarde, apareceu o "Capim" na Daniel de Matos mas não durou muito tempo, não fez história...
      O Luís Arranca o Pêlo, funciona um pouco como a antiga Ema. Não vende tabaco avulso mas serve uns copitos às escondidas lá para o fundo da mercearia.
      Na Pedro Álvares Cabral, mesmo frente ao prédio amaricano, há uma tasca mas sem história...
      Também há o "Barriga de Macho" mas esse fica já muito fora de portas, lá para o fundo da Rua de Angola, nada tendo.a ver com o Bairro.
      Como vês, quanto a tascas estamos arrumados, parece-me que não merecem entrar na história do Bairro.

      Quanto a cafés, aí sim, aceito a tua bofetada de luva branca. Sei que estou em falha porque o prometido é devido. Mas também é verdade que não houve prazos marcados...
      Sim, eu sei, isto é uma fuga para a frente. Pessoalmente, te explicarei das razões da demora. Não quero tornar públicas as minhas debilidades...
      Toma lá um grande Abr Aço..

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    6. Vês que as tascas já tiveram utilidade? Usaste-as como exercício de aquecimento. Não deixes arrefecer...

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  9. Gostei muito, muito de ler. Boa reportagem.
    Como é bom ler uma reportagem tão completa do bairro onde crescemos....
    Grande abraço para todos os que tornaram isso possível.

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    1. Já estou como o Chico Torreira. Ia jurar que ontem tinha comentado: "É um prazer". Mas não está cá...

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  10. O texto tem algumas incorrecções (já referidas), mas no essencial achei interessante. Sobretudo tem o encanto de trazer à memória tão boas recordações! Algumas não estão lá descritas, mas a verdade é que muitos dos que lá viveram pensaram logo que havia muito mais para dizer. Ou não?

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    1. Fica sempre muita coisa por dizer. Mas a «Bairropédia», neste blog, está sempre "em construção", à espera dos contributos de quem tem mais para dizer.

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