quarta-feira, 24 de maio de 2017

ANIVERSÁRIO

HERMENEGILDO DORES COELHO

               "GIL COELHO"

24-05-1941

Nesta data especial...

"Encontro de Gerações " deseja

MUITAS FELICIDADES!

PARABÉNS!





ANIVERSÁRIO

MÁRIO ROVIRA

24-05-1935

Nesta data especial...

"Encontro de Gerações" deseja

MUITAS FELICIDADES!

PARABÉNS!







segunda-feira, 22 de maio de 2017

ENCONTRO VISITA SURPRESA


    OH!!! Olha a Lucinda!

     Fomos beber a "bica"...e um chá a que se juntou o  ZÉ Folgado", no Artes Bar do CNM


    Quito - Celeste Maria - Lucinda e São Vaz

   EG

domingo, 21 de maio de 2017

PASSATEMPO

- que cultura está a nascer neste verdejante campo
-onde se localiza este campo

Verdes são os campos
.Verdes são os campos,
De cor de limão:
Assim são os olhos
Do meu coração

.......................




;  
Milho verde, milho verde
Milho verde maçaroca
À sombra do milho verde
Namorei uma cachopa

Milho verde, milho verde
Milho verde miudinho
À sombra do milho verde
Namorei um rapazinho

Milho verde, milho verde
Milho verde folha larga
À sombra do milho verde
Namorei uma casada

Mondadeiras do meu milho
Mondai o meu milho bem
Não olhais para o caminho
Que a merenda já lá vem

    EG

sexta-feira, 19 de maio de 2017

POBRE PARQUE VERDE...

É este o estado lastimoso em que se encontram os parques aquáticos...
    ...e já nem água brota no paredão...

     PERGUNTA:  o que tem a ver esta situação com problema das cheias do Mondego, onde as Docas estão sem solução à vista?

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Parque de Portugal

Quando se passeia no Boulevard Saint Laurent no sentido norte e cruzamos a rua Marie Anne, vemos à nossa direita o parque de Portugal que tem como lema ".. chegámos a estas paragens em busca de nova vida e de novos horizontes".


Ao depararmos com a entrada, o pavimento dá-nos logo um ar da nossa terra. A verdura e as sombras em pleno meio da cidade convidam ao repouso em certas horas do dia.
E pelas bandeiras vimos logo que não nos enganámos.
Não falta o célebre marco que nos caracterizou durante alguns séculos.
Assim como o tão airoso coreto utilizado na transmissão da cultura e como centro de distracções, se bem que não seja estritamente português.
A fonte que bem conhecemos, não lhe faltando a argola utilizada mais habitualmente para o burro ou para o macho.
Nas suas costas, um belo trabalho em azulejo que bem dignifica esta arte que tão bem conhecemos.
E quando se sai do parque, porque não pensar no meio ambiente.
Um gosto bem português.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

DUKE E OS "FOUR TOPS" ...







Four Tops ...

Há dias, pela mão do BobbyZé, recordou-se Frank Zappa. O guitarrista e compositor de Baltimore - tal como alguns outros - apenas desapareceu fisicamente. Porque perdura na mente dos seus incontáveis seguidores, e a sua música é transversal há sucessão dos anos, como tributo à sua memória. 

Individualmente, ou em grupo, há um número restrito de artistas, cuja fama se passeia pelo Tempo, imunes ao seu efeito corrosivo.

Mas, na esmagadora maioria dos casos, há o reverso da medalha. Muitos, apareceram e desapareceram, como que por magia. Outros, arrastam-se ao sabor do Tempo. E é de um desses - dos que ainda por aí andam - que eu gostaria de Vos falar. Vou tirar da prateleira os “Four Tops”, o grupo norte -americano de Detroit, fundado em 1954.

Perguntarão o porquê da minha escolha recair sobre este quarteto. Respondo-vos: porque os conheci. Melhor dizendo, porque assisti ao pôr-do-sol do grupo inicialmente fundado. Uma noite, os “Four Tops” atuaram numa unidade hoteleira fora do país, onde eu, casualmente, me encontrava hospedado.

Durante cerca de uma hora, o grupo deu o melhor de si, para uma limitada plateia, que não chegaria a trinta pessoas. Enquanto ouvia aquele belíssimo timbre de vozes negras, e a magia das suas danças na pista, junto à minha mesa, recordei os anos sessenta do século passado, e os banhos de multidão de que foram alvo, pelas vezes que ocuparam lugar de destaque nas tabelas de venda de discos dos Estados Unidos da América, nomeadamente com o seu maior êxito de sempre: “Reach out l’ll be there”, de 1966. Agora, ali estavam, com grande brio artístico, longe das grandes plateias. Terminaram o espectáculo, com a canção atrás referida. Era obrigatório.

No fim, enquanto agradeciam os aplausos, verifiquei que um dos elementos, destoava dos outros, pois era bem mais idoso. Saltava à vista. Dirigi-me então a ele e apertei-lhe a mão. Num inglês macarrónico, disse-lhe como tinha apreciado a actuação do grupo. Ele, por sua vez, pareceu ter gostado da minha referência e, espontaneamente, abraçou-me.

Estava alagado em suor, encharcado em generosidade profissional. É aquele o último elemento vivo do grupo inicial. Os outros, partiram do nosso convívio, num espaço de tempo relativamente curto.

Abdul Fakir, já não tem o estrelato a seus pés, daqueles longínquos anos de ribalta. Mas mantém a dignidade, e a sua incontestável veia de artista. Tem mais de sete décadas de vida. Chamam-lhe Duke.
QUITO PEREIRA    

ANIVERSÁRIO

JORGE MOUTINHO

17 -05- 1939

Nesta data especial...

"Encontro de Gerações" deseja

MUITAS FELICIDADES!

PARABÉNS!













terça-feira, 16 de maio de 2017

RECANTOS DE COIMBRA III -PELA BAIXINHA Rua do Moreno

             RUA DO MORENO Sede do Rancho de Coimbra....
                     ...liga o Terreiro da Erva ao Terreiro do Marmeleiro


    Terreiro da Erva. Em frente rua do Moreno...

    ...Terreiro do Marmeleiro. `esquerda inicio rua do Moreno
    Terreiro do Marmeleiro

segunda-feira, 15 de maio de 2017

domingo, 14 de maio de 2017

ELEGIA DO DESASSOSSEGO -( REPOSIÇÂO DE TEXTO DO RUI FELÍCIO DE 2010)

Nota- postado pelo Rui Felício em 15 de Novembro da 2010
(com autorização do Quito- ver comentários(71) do original)
Sob o título acima, recebi este e-mail do Quito:Meu Caro Rui
Ando num sossego desassossegado. Tinhas desaparecido do blogue. Porém, numa postagem do museu da São Rosas, vi um comentário teu, o que me faz pensar pelo tom prazenteiro, que estás bem de saúde. Mas não é liquido, que te encontres em Portugal. Até admito que te encontres na Guiné, e que fizeste aquele comentário enquanto AINDA tens computador. Daí a minha preocupação ao pensar que podes andar por terras de África. Vejo-te a guiar um Jeep, em Guilege, Boruntuma, Mansôa ou Bafatá, numa perseguição feroz a uma qualquer maquina da tua empresa, com uma volumosa pasta com os documentos comprovativos de que o material te pertence, e um cheque ao portador a cair-te do bolso de trás das calças, para uma qualquer eventualidade. Não querendo ser tão fatalista, há a outra face da moeda. Palpita-me que possas estar a ver o pôr-do-sol no Corubal, com uma qualquer Miss Guiné desnudada, com os mamilos do peito arrebitados para a lua. Daqueles que só de ver até dá uma travadinha na fala de qualquer mortal.Vejo-a de dedos longos e esguios, a meter-te as mãos pelas ondas do cabelo e a dizer-te com voz rouca: "estás a gostar do "pôr-do-sol", ó meu? Bom, espero que assim seja. Eu cá continuo a olhar para as montanhas. Não tenho nenhuma miss a pentear-me com as mãos os cabelos. Aqui pela farmácia só aparecem, moçoilas de pêlo no queixo, a cheirar a suor, a arrotar a queijo de ovelha, e a gabarem-se dos cem quilos de azeitona que apanharam. Deus me acuda !!!
Saudações calorosas, caro Rui,
Quito

Ao qual respondi logo a seguir:




Amigo Quito,
Se dúvidas eu tivesse quanto à tua amizade, a missiva que de ti recebi há minutos tê-las-ia desfeito.
Na realidade, como teria dito o Senhor de La Palisse, os amigos lembram-se dos ausentes quando não estão presentes. E o teu desassossegado sossego, como diria Camões, é uma dor que não dói, é um sentir que não se sente, que só os amigos experimentam.
Ou ainda, como proclamaria Oscar Wilde, a amizade é lembrança, a indiferença esquecimento.
Por isso me emociona a tua preocupação, infelizmente rara...
As tuas conjecturas quanto ao meu paradeiro quase acertaram no alvo.
É um facto que estive em Bissau por poucos dias. Igualmente adivinhaste quanto ao belo pôr-do-sol africano que bem conheces, mas não no Corubal e sim no Geba. Também acertaste no que à papelada diz respeito, só que em vez de cheque, amarrotadas no bolso das calças, o que trazia eram umas quantas notas ensebadas de 5.000 francos CFa’s [1] sempre à mão de semear, para o que desse e viesse.
E em vez de uma Miss Guiné, desoladamente, contentei-me com uma Futa-Fula entradota, cujos mamilos já pouco arrebitavam, e não empinados para a Lua, mas descaídos para as plácidas águas da bolanha.
A cada um o que merece...

Um abraço do Rui Felício

[1] – 5.000 francos equivalem a cerca de 7,50 euros
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sexta-feira, 12 de maio de 2017

NOTÍCIAS DO BAIRRO - HOMENAGEM AO POETA JOSÉ FERREIRA MONTE...

...placa que foi descerrada nesta vivenda da rua Gonçalves Zarco onde viveu.
Homenagem prestada pelos SALATINAS coma colaboração da Junta de Freguesia de Santo António dos Olivais
    Intervenção para melhor conhecimento do poeta pelo Professor Dr  António Pedro Pita