sábado, 10 de dezembro de 2016

CURIOSIDADE DESPORTIVA


BOM RELACIONAMENTO NO DESPORTO

Era assim que o desporto deveria ser assumido por todos, sem preconceitos!

Uma águia, um dragão e um portão verde.
Enviado por Alfredo Moreirinhas

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

PASSATEMPO

ONDE SE ENCONTRAM ESTES SINOS?- CIDADE?- IGREJA?


Foto Daisy Moreirinhas

1ª DICA
3ª Dica "a mando da Daisy"!
OBRIGADO DAISY- aqui vai a última foto
   EG postou

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

ENCONTRO COM A ARTE- FOTOGRAFIA

Quando o mundo se tornar confuso, me concentrarei em fotografias. Quando as imagens se tornarem inadequadas, me contentarei com o silêncio” ____________[Ansel Adams
    Foto de Luis Garção Nunes

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

A CARRUAGEM 2 ...



                                   


 Alfa Pendular ...

Naquela tarde fria de outono entrei na Gare do Oriente. Tinha como intenção apanhar o comboio rumo à cidade universitária. Pelo espaço deambulei, acotovelando - me por entre vagas de gente. A feira tecnológica das novas ideias e negócios, com o nome de Web Summit, juntara naquele local mais uns milhares de forasteiros. Por entre escadas - rolantes apinhadas de turistas e restaurantes de comida rápida a transbordar de clientes, fui tentando sobreviver ao caos instalado. Aqui e ali, retirados a um canto como aquele mundo não lhes pertencesse, também vi rejeitados da vida. São rostos de ferro, duros e impassíveis. Vidas perdidas de olhar vazio e mãos cheias de nada. Na penumbra das suas existências, apenas uma palavra faz sentido – sobreviver.

Como um foragido, esgueirei-me para o último andar. Para minha surpresa, o ambiente reinante era de calma. Do terraço, avistava-se uma paisagem aprazível daquele local da capital. Ao longe, pequenas cabinas suspensas por um cabo transportavam turistas ávidos de novas sensações.

Surpreendente, foi um afamado restaurante conhecido pela cerveja e os seus bifes e molhos estar quase deserto. À porta, um empregado novo e de fino bigode, tenta convencer-me a entrar. Com um familiar a meu lado, decidimos almoçar a especialidade da casa. Assim, com quatro espanhóis sentados numa mesa próxima de nós, todos já de simpática idade, esperámos pela hora do comboio.

Do lado de lá da vidraça, o funcionário amável e bem fardado, pergunta- me o destino. Esclarecida a situação, entregou-me o bilhete, tendo informado com zelo profissional, que a primeira classe eram as duas últimas carruagens da composição. A sua é a carruagem 2 - esclareceu-me.

Subi à plataforma de embarque. Um abraço de despedida ao meu familiar, que rápido foi tragado pelo ventre escuro da escadaria de acesso ao patamar inferior. Uma aragem fria agride-me agora o rosto. Passeando pela gare, vou olhando os viajantes. Ali um casal de namorados, que se vai abraçando e beijando, indiferentes aos presentes. Acolá, dois polícias que dão nas vistas por empunharem duas metralhadoras de cano curto. Atentos, olham para o rosto dos presentes um tanto disfarçadamente, como que procurando um alvo referenciado. Alguns jovens fazem também parte daquele elenco da vida real, que vão olhando atentamente o écran dos seus telemóveis. E, numa ponta da plataforma, dois asiáticos ainda jovens. Ela, de casaco comprido e branco, sentada num banco de madeira, vai comendo de uma pequena tijela de plástico, aquilo que julgo ser uma canja de galinha. Ele, sentado displicentemente com os pés cruzados em cima da numerosa bagagem, parece fatigado.

Na hora aprazada, o comboio “ Intercidades “ irrompe na gare. Agitam-se os viajantes e entram na composição de rompante. Num ápice, o espaço fica vazio. Sobro eu e os asiáticos que, minutos depois e entretidos com a conversa, não viram chegar com pés de lã o comboio “Regional” com destino a Tomar. A composição passou por eles de mansinho e parou a uma distância respeitável do lugar onde se encontrava o casal e foi o drama. Ela, mal se apercebeu que estavam em risco de perder o transporte, poisou a tijela no banco e com uma pequena sacola na mão, correu em direção ao comboio. Ele, carregado de malas, tentou acompanhá-la até que tropeçou e derramou-se ao comprido, espalhando a bagagem no cimento da plataforma, perante a indiferença de alguns viajantes, que entretanto foram aparecendo para partir. Num último esforço, o homem conseguiu reunir os pertences e em salto felino penetrou no ventre do “Regional”, que lá partiu mansamente.

Agora, era a minha vez. À hora certa, o “Alfa” apareceu. Mentalmente, fui fazendo cálculos onde pararia a penúltima carruagem, afinal a carruagem 2. A minha suspeita foi bem - sucedida.

Lá dentro, o conforto do lugar individual sem parceiro do lado e o jornal e  café oferecidos. O olhar pela janela ampla, observando a paisagem que me foge no sentido inverso da marcha rápida do Pendular. Meditabundo, recordo os momentos vividos na balbúrdia lisboeta, a contrastar com a serena calma daquele espaço – rolante, onde os passageiros falam quase em surdina, para não incomodar os outros viajantes que ocupam a carruagem 2.

Há um balançar que me embala. Vou olhando as estações desertas, que vejo passar à velocidade de uma seta. Ali e acolá, posso olhar as localidades e num imprevisível abrandamento do comboio em Caxarias, vi o pulsar de uma outra realidade: roupas a secar nos estendais das janelas e um homem de fato - macaco que, longe da feira tecnológica, vai metendo tábuas numa carrinha velha e muito usada, na labuta diária pela vida. De tudo isto me apercebi, da janela da minha carruagem 2.

Embrenhado numa notícia de jornal, não vejo aproximar -se de mim um funcionário da composição. Vem impecavelmente fardado e, educadamente, pede o meu bilhete. Remexo nos bolsos do casaco e encontro o talão verde que me dá direito a um lugar na carruagem 2. Então ele pica o bilhete com um pequeno alicate, que produz um som metálico que me traz à memória os velhos elétricos de Coimbra. Ato contínuo, devolve-me o bilhete com um agradecimento e uma pequena vénia. Registo a atitude de quem se esforça em dar uma boa imagem dos comboios portugueses. Mas a minha mente retorna de novo a Lisboa.

Da feira de novas ideias, interrogo-me agora sobre este galopar constante da tecnologia ao serviço do Homem. O mundo pula e avança, no dizer do poeta. Mas há o reverso da medalha, quando a máquina substitui o ser humano. Dou comigo a meditar na legião de rejeitados e desempregados da sociedade tecnológica, que filtra os mais apetrechados daqueles que, até por limitações naturais ou culturais, se vêm varridos de uma sociedade que, supostamente, os aceita na mais hipócrita generosidade camuflada dos mais cavernosos interesses.

Uma sociedade a branco e preto, entre herdados sorridentes e uma tribo ampla de desfavorecidos da vida. O monstro tecnológico sem alma, com o seu comportamento pragmático e estúpido, jamais saberá o significado da palavra emoção. O sentir da palavra saudade, por exemplo, essa doença sem cura que não há Liga nem peditórios que minimize, esse doloroso estado de alma de nos despedirmos do sangue do nosso sangue. Olhando pela janela, por entre montes e casario, é nisto que vou refletindo, sentado confortavelmente na minha carruagem 2.    

O rodado do “Alfa” tem agora um som diferente. Algo que me é familiar e me recorda a infância. É a ponte sobre o Choupal e Coimbra que me abraçam. Cheguei finalmente ao meu destino. Despeço-me do comboio que vejo partir rumo a norte, até que a luz vermelha que ostenta na retaguarda se sumir por completo, embrulhada no véu negro da noite.

No meu berço coimbrão, olho agora da janela do táxi, as luzes da minha eterna cidade.

Na noite escura e fria, meto a chave na porta do meu aconchego. E num inexplicável pensamento, faço um exercício por onde correrá agora o comboio que me trouxe para casa. Talvez já pise terrenos de Aveiro, alvitro em pensamento.

E sorrio incrédulo com a empatia que firmei com uma simples carruagem – a carruagem 2 - do mais  veloz comboio nacional, o simpático Alfa Pendular.
Quito Pereira                         

domingo, 4 de dezembro de 2016

NOTÍCIAS DO CENTRO NORTON DE MATOS - FESTA DE NATAL DO "YOGA"

Este sábado passado realizou-se a tradicional festa de



                                            


                            N A T A L



                                   "YOGA"



                                                                          A Professora de YOGA  - MARIA PENHA








  Ainda na composição da mesa....da confraternização.
           EG deseja  a toos os elementos um BOM NATAL

CURIOSIDADES!...

EXPRESSÕES CURIOSAS USADAS NA LÍNGUA PORTUGUESA

JURAR DE PÉS JUNTOS:

Mãe, eu juro de pés juntos que não fui eu. A expressão surgiu através das torturas executadas pela "Santa" Inquisição, nas quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado para dizer nada além da verdade. Até hoje o termo é usado para expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz.

TIRAR O CAVALO DA CHUVA:

Pode ir tirando seu cavalinho da chuva porque não vou deixar você sair hoje! No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião e se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, num lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia pôr o animal protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: "pode tirar o cavalo da chuva".  Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.

DAR COM OS BURROS N'ÁGUA:

A expressão surgiu no período do Brasil colonial, onde os tropeiros que escoavam a produção de ouro, cacau e café, precisavam ir da região Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O facto era que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito difíceis e regiões alagadas, onde os burros morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado para se referir a alguém que faz um grande esforço para conseguir algum feito e não consegue ter sucesso naquilo.

GUARDAR A SETE CHAVES:

No século XIII, os reis de Portugal adoptavam um sistema de arquivamento de jóias e documentos importantes da corte através de um baú que possuía quatro fechaduras, sendo que cada chave era distribuída a um alto funcionário do reino. Portanto eram apenas quatro chaves. O número sete passou a ser utilizado devido ao valor místico atribuído a ele, desde a época das religiões primitivas. A partir daí começou-se a utilizar o termo "guardar a sete chaves" para designar algo muito bem guardado...

OK:

A expressão inglesa "OK" (okay), que é mundialmente conhecida para significar algo que está tudo bem, teve sua origem na Guerra da Secessão, no EUA. Durante a guerra, quando os soldados voltavam para as bases sem nenhuma morte entre a tropa, escreviam numa placa "0 killed" (nenhum morto), expressando sua grande satisfação, daí surgiu o termo "OK".

ONDE JUDAS PERDEU AS BOTAS:

Existe uma história não comprovada, de que após trair Jesus, Judas enforcou-se  numa árvore sem nada nos pés, já que havia posto o dinheiro que ganhou por entregar Jesus, dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava sem as botas, saíram em busca delas e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se acharam as botas de Judas. A partir daí surgiu a expressão, usada para designar um lugar distante, desconhecido e inacessível.

PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA:

A história mais aceitável para explicar a origem do termo é proveniente das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados para Deus como forma de redenção de pecados. Um filho do rei Absalão tinha grande apego a uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o animal morrer, ele ficou se lamentando e pensando na morte da bezerra. Após alguns meses o garoto morreu.

PARA INGLÊS VER:
A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas, assim, essas leis eram  criadas apenas "para inglês ver". Daí surgiu o termo.

RASGAR SEDA:

A expressão que é utilizada quando alguém elogia grandemente outra pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins Pena. Na peça, um vendedor de tecidos usa o pretexto de sua profissão para cortejar uma moça e começa a elogiar exageradamente a sua beleza, até que a moça percebe a intenção do rapaz e diz: "Não rasgue a seda, que se esfiapa."

O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER:

Em 1647, em Nîmes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D`Argent fez o primeiro transplante de córnea num aldeão de nome Angel.  Foi um sucesso da medicina da época, menos para Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imaginava era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse os  seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou para história como o cego que não quis ver.

ANDA À TOA:

Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está à toa é o que não tem leme nem rumo, indo para onde o navio que o reboca determinar.

QUEM NÃO TEM CÃO, CAÇA COM GATO:

Na verdade, a expressão, com o passar dos anos, adulterou-se. Inicialmente dizia-se quem não tem cão caça como gato, ou seja, esgueirando-se, astutamente, traiçoeiramente, como fazem os gatos.

VAI TOMAR BANHO:

Em "Casa Grande & Senzala", Gilberto Freyre analisa os hábitos de higiene dos índios versus os do colonizador português. Depois das Cruzadas, como corolário dos contactos comerciais, o europeu se contagiou de sífilis e de outras doenças transmissíveis e desenvolveu medo ao banho e horror à nudez, o que muito agradou à Igreja. Ora, o índio não conhecia a sífilis e se lavava da cabeça aos pés nos banhos de rio, além de usar folhas de árvore para limpar os bebés e lavar no rio as redes nas quais dormiam. Ora, o cheiro exalado pelo corpo dos portugueses, abafado em roupas que não eram trocadas com frequência e raramente lavadas, aliado à falta de banho, causava repugnância aos índios. Então os índios, quando estavam fartos de receber ordens dos portugueses, mandavam que fossem "tomar banho"!

Enviada por António Mateus

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

INTERLÚDIO MUSICAL

Foi em Maio

AQUI

SILÊNCIO DAS PALAVRAS.

  (Texto escrito por Ernesto Costa-Jó-Jó (postagem de 31-10-2010)

Axioma: Somos todos diferentes.
Teorema: Somos todos diferentes, logo todos precisamos das diferenças dos outros.

O silêncio não existe, existem silêncios, e todos os silêncios são diferentes. O que significam de diferente está guardado nas palavras que os abraçam, sim, mas sobretudo nos olhares e nos seus corpos. Sem corpos não há silêncios. Os silêncios não são um tempo, são um modo de estar de cada ser. Se os silêncios fossem tempo, chamávamos-lhes música.

(recordo-me de ser miúdo e ouvir regularmente o seu som, tique-taque, tique-taque, Oh pá, diz algo que valha mais do que o silêncio, o meu pai, ser sem plural, à mesa de jantar na pressa de terminar a refeição e voltar para o tique-taque solitário do ele-máquina-de-escrever-do-escritório, que palavras eram aquelas, tique-taque, tique-taque, que afogavam as minhas nos silêncios?)


Os silêncios têm uma aritmética própria. Quando os somamos, multiplicam-se, se os multiplicamos transformam-se em espirais. Se elevamos as espirais alcançamos o infinito, vazio. Amante enganado das palavras, demorei tempo, muito tempo, a entender que são os silêncios, todos os silêncios, que realçam as palavras

(lembro-me dos primeiros tempos de fazer amor, da força das palavras ditas, que ascendiam ritmadas para o êxtase, o cigarro depois, e o tique-taque, tique-taque, os silêncios dos eu-coração-que-ainda-bate-forte)

mas também são as palavras que criam os silêncios. São as palavras, algumas palavras, que têm os silêncios maiores. Há silêncios nas palavras.

É, que...

Há palavras carregadas de silêncios presentes
(amo-te, dito na separação)

Há palavras carregadas de silêncios passados
(agora não, no reencontro desajeitado)

Há palavras carregadas de silêncios futuros
(amanhã ... talvez, dito na despedida)

Há palavras carregadas de silêncios sem tempo
(morreste-me, dito antes de concluir)

Há palavras.

Há.

tique-taque,...

Jó-Jó

(agradeço ao Rui Felício as belas palavras escritas que acompanharam este meu silêncio de fim de tarde de domingo. o que ele disse, mas também o que ele não disse, foram a minha preciosa companhia)

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

CURIOSIDADES - VOCÊ SABIA...

Camisas dos homens tem os botões do lado direito, mas camisas das mulheres têm os botões à esquerda.


um cogumelo grande em Oregon que tem  2.400 anos de idade. Ele abrange 3,4 milhas quadradas de terra e ainda está crescendo.

Nosso cérebro é mais complexo do que o computador mais poderoso e tem mais de 100 bilhões de células nervosas.

A única parte do corpo que não tem fornecimento de sangue é a córnea do olho. Absorve oxigênio diretamente do ar.

O animal responsável pela maioria das mortes humanas em todo o mundo é o mosquito.

  O dinheiro não é 'feito de papel, ele é feito de algodão

Uma pequena quantidade de bebida alcoólica em um escorpião fará com que enlouqueça instantaneamente e se pique até a morte.

O som que você ouve quando você estala os dedos é na verdade o som de bolhas de gás de nitrogênio explodindo.


Mascar chiclete ao mesmo tempo descascando cebolas irá mantê-lo sem chorar.

A razão de o mel ser tão fácil de digerir é que ele já foi digerido por uma abelha.

Pessoas que andam em montanhas-russas têm uma maior chance de ter um coágulo de sangue no cérebro

Nós exercitamos pelo menos 30 músculos quando sorrimos

Nosso nariz é o nosso sistema de ar condicionado pessoal: ele aquece o ar frio, esfria o ar quente e filtra impurezas

Um rio subterrâneo enorme corre por baixo do Nilo, com água seis vezes mais do que o rio acima.

Pessoas com olhos azuis veem melhor na escuridão.


Pastores alemães mordem os seres humanos mais do que qualquer outra raça de cachorro.

A pupila do olho se expande  45 por cento, quando uma pessoa olha para algo agradável


Usando fones de ouvido por apenas uma hora irá aumentar as bactérias em seu ouvido em 700 vezes

Custou 7 milhões de dólares para a construção do Titanic e 200 milhões para fazer um filme sobre ele.




Certas pessoas destras vivem em média, nove anos mais que os canhotos. 




Quando uma pessoa morre, a audição é normalmente o primeiro sentido a ir.





Os EUA usa 29% da gasolina do mundo e 33% da eletricidade do mundo.



terça-feira, 29 de novembro de 2016

ANIVERSÁRIO

MARIA DO ROSÁRIO OLIVEIRA LOPES DA COSTA

                                 "MIMI"

29-11-1946

Nesta data especial...


"Encontro de Gerações" deseja

MUITAS FELICIDADES"

PARABÉNS!






segunda-feira, 28 de novembro de 2016

PASSATEMPO

Onde fica este painel de Santo António!
Dica: Baixinha de Coimbra em local muito visitado
Vá lá mais uma Dica em foto
DICAS FINAIS

2ª DICA


3 fotos de Daisy Moreirinhas...
1 minha(nota-se)
EG

 O SANTO ANTÓNIO do Paulo Moura AQUI ERA OUTRO....É DE PEDRA DE ANÇÃ!


domingo, 27 de novembro de 2016

CONHECENDO MELHOR COIMBRA...

... Exploratório - Centro Ciência Viva de Coimbra O Exploratório Infante D. Henrique, primeiro centro interactivo de Ciência em Portugal, foi constituído em 1995 como associação sem fins lucrativos. Descrição O Exploratório – Centro Ciência Viva de Coimbra, primeiro centro interactivo de Ciência em Portugal, foi constituído em 1995 como associação sem fins lucrativos. Teve a Universidade de Coimbra e a sua Faculdade de Ciências e Tecnologia como principais associados fundadores e a Casa Municipal da Cultura de Coimbra como anfitriã. Nasceu da iniciativa do Estado de criação de centros de iniciação à ciência, dirigidos à população em geral, nos anos 90. Em 1998, foi integrado na rede de Centros Ciência Viva, como centro pluridisciplinar, e em 2000 obteve o reconhecimento de utilidade pública.

Situado na rotunda da Lages- Parque Verde do Mondego- Santa Clara-Coimbra
Visita dura mais ou menos 2 horas
Ciência explicada de forma simples a crianças e adultos


NOTA: as fotos são apenas algumas das  que foram tiradas.










  Esta foto é tirada de fora do 2º Edificio que não visitei.








.EG